A Receita Federal destaca que, caso o contribuinte regularize todas as omissões de obrigações acessórias, antes da publicação do Ato Declaratório Executivo (ADE), ainda será possível evitar a declaração de inaptidão
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Até quanto o dólar vai subir?
A cotação do dólar está no mesmo nível de 2003 e subiu 5,48% desde a sexta-feira (17) quando Eduardo Cunha (PMDB-RJ) declarou que era oposição ao governo de Dilma Rousseff
A moeda norte-americana voltou aos patamares de 2003 e atingiu a maior cotação do ano nesta sexta-feira (24) ao bater R$ 3,349, segundo o Banco Central, mas com vendas a turistas chegando a R$ 3,75, nas casas de câmbio. Economistas que acompanham o comportamento cambial afirmam que não é possível prever quando, e nem em qual patamar, esse movimento de alta vai acabar.
Para Silvio Campos Neto, economista da consultoria Tendências, a moeda deve continuar em tendência de alta, mas sem um movimento abrupto. “O possível rebaixamento da nota de risco do Brasil, para grau especulativo, não deve ter grande efeito neste cenário atual, que já está muito difícil. Para o dólar estourar, em um movimento abrupto, teria de ocorrer algo como a saída do Joaquim Levy, do Ministério da Fazenda, o que não deve acontecer e nem há motivos”, afirma o economista.
A cotação dao dólar está no mesmo nível de 2003 e subiu 5,48% desde a sexta-feira (17) quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), declarou que era oposição ao governo de Dilma Rousseff. No ambiente internacional, o fraco desempenho da economia chinesa, a queda no preço das commodities e a esperada alta dos juros nos Estados Unidos, são fatores externos que evevam o preço da moeda. Em relatório, o Itaú analisa que o processo (e expectativas) de normalização da postura de política monetária nos EUA continua desempenhando um papel fundamental nas taxas de câmbio e na estrutura a termo de juros na América Latina.
A semana teve um anúncio importante na economia brasileira na quarta-feira (22), quando o governo federal reduziu meta de superávit primário deste ano de 1,10% para 0,15% do produto interno bruto (PIB) – o que significa reduzir a capacidade de economia de que R$ 66,3 bilhões para R$ 8,74 bilhões. O mercado e os investidores viram esse movimento de afrouxamento no ajuste nas contas públicas como algo negativo. As agências de classificação de risco já estão sinalizando para reduzir a nota de risco do País e o dólar manteve a alta volatilidade.
O anúncio elevou o grau de conflito do cenário doméstico que vem de uma série de episódios políticos (votações que elevam os gastos do governo e contrariam o ajuste fiscal, alterações de medidas provisórias propostas pela presidente Dilma Rousseff, vazamentos sistemáticos de depoimentos na operação Lava Jato, prisão de empresários e denúncias contra políticos de diversos partidos).
Para Campos Neto, a revisão da meta fiscal teve um lado positivo do anúncio. "O governo passou credibilidade aos divulgar números realistas, apesar de muito ruins. O ajuste é mais difícil do que se imaginava. O governo evita cair em uma situação global de maior desconfiança."
Na análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, a decisão do ministro da Fazenda de reduzir a meta de superávit representa um trabalho mais realista da equipe econômica e um sinal de maturidade. A decisão foi correta por dois motivos, diz o economista da Gradual: “Em primeiro lugar incorpora de maneira mais realista as Receitas da União que estão decepcionando, como não podia ser diferente. Em segundo lugar porque uma meta de 0,1% do PIB indica que Levy quer fazer o resultado fiscal de maneira limpa, ou seja, sem contar com nenhuma manobra fiscal.”
Mas olhando para frente não há motivos de reversão do mau humor dos mercados, segundo Campos Neto, da Tendências. “A economia está em situação difícil e demora a recuperação. A política segue em toada complicada. Olhando para o sentimento de Brasil não vemos um melhor, no entanto, também não vemos um estouro desordenado do dólar.”
Na sexta-feira (24), em palestra na Fundação Getulio Vargas, em São Paulo, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse acreditar que o trabalho de esclarecimento sobre a decisão do governo de reduzir a meta fiscal deve contribuir para dissolver as variações cambiais "O mercado reage sempre às mudanças na política fiscal, não só aqui, mas no resto do mundo. Foi uma variação substancial, mas na medida em que isso for explicado [os motivos para a redução da meta fiscal], essa variação tende a ser dissolvida”, avaliou, após conversar com acadêmicos da área econômica na FGV.
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