A Receita Federal destaca que, caso o contribuinte regularize todas as omissões de obrigações acessórias, antes da publicação do Ato Declaratório Executivo (ADE), ainda será possível evitar a declaração de inaptidão
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Fuja da crise: comprar depois do dia 17 pode sair mais barato
Lojas costumam subir preços logo após a época de pagamento de salários, mas oferecem negociação por chat em seus sites, por outro lado; veja outras dicas para economizar na internet
A internet pode ser uma boa aliada não somente para quem gosta de praticidade e rapidez na hora de comprar, mas também para quem deseja economizar - ainda mais nestes tempos de crise. Na rede mundial é possível comparar preços e encontrar a oferta que cabe no seu bolso, não desistindo assim do sonho de consumo por conta do orçamento apertado.
“Em poucos minutos, você consegue encontrar várias lojas, usando um serviço de buscas ou até uma ferramenta de comparação de preços, identificando os sites que possuem as melhores ofertas. Dá para economizar, seja no trivial, como pedir uma pizza ou comprar um ingresso para uma atração, ou em compras mais estruturadas, com bens de consumo duráveis”, garante Gastão Mattos, CEO da Braspag, empresa de soluções de pagamento para o comércio eletrônico.
Mas para fugir da crise e concretizar uma compra que não arruíne o seu orçamento é preciso seguir alguns passos:
Se possível, espere pela segunda metade do mês. Às vezes, as lojas cobram até 30% a mais na primeira quinzena. Foto: iStock
1 – Compre depois do dia 17
Entre os dias 1 e 17, os preços do varejo estão mais caros e tendem a cair na segunda metade do mês, como explica David Almeida, sócio-fundador da MultiFarmas, um comparador de preços de farmácias online:
“O varejo sabe que o consumidor recebe no fim do mês, o que lhe dá um poder de compra maior nas primeiras semanas. Chegam a aumentar em até 30% o valor dos produtos no início do mês. É interessante checar o calendário e, se for possível, esperar pela segunda quinzena.”
2 - Não compre por impulso
Comprar por impulso nunca é uma boa ideia, mas num momento de crise como o atual essa atitude pode resultar num estouro de orçamento ou pior: dívidas impagáveis. Por isso, faça as contas, planeje os pagamentos e não se deixe levar por uma tentação que vai ser tornar um pesadelo.
3 - Compare preços sempre
Os lojistas do mercado eletrônico sabem que o consumidor consegue comparar rapidamente os preços e verificar se a oferta é vantajosa em relação aos concorrentes. Existem até sites e ferramentas que exclusivas para fazer isso. Sendo assim, você só vai comprar algo de primeira se não der valor ao seu dinheiro.
“As lojas mais estruturadas têm verdadeiras ações, eu diria até de guerra, monitorando minuto a minuto o preço dos concorrentes. Existe o interesse em dar uma vantagem para o cliente, pois assim o lojista se destaca em relação ao concorrente”, explica Mattos. Segundo o CEO, é interessante pesquisar online até quando se pretende comprar em uma loja física. “Vale a pena fazer a pesquisa pela internet. Muita gente imprime a oferta e leva na loja para confrontar o vendedor, para ver se ele cobre a oferta.”
4 - Se possível, pague à vista
Na internet, muitas vezes, é possível conseguir condições melhores de parcelamento do que nas lojas físicas. Mas parcelar é mais indicado para compras não programadas, como quando a TV ou a geladeira de casa param de funcionar, por exemplo. Mas se compra for programada e o consumidor tem o dinheiro disponível, o mais interessante é pagar à vista, já que as lojas oferecem bons descontos neste caso.
5 - Use as redes sociais
Fique atento às redes sociais das lojas em que você costuma comprar. Algumas promoções são anunciadas primeiro no Facebook e no Twitter das empresas, fazendo assim com que o consumidor seja incentivado a segui-las. Ofertas da Black Friday e do Dia do Cliente, por exemplo, costumam aparecer inicialmente nas redes sociais.
6 - Não se esqueça do frete
A grande maioria dos varejistas online tem alguma política diferenciada de frete: se não for gratuito, pode ter um valor baixo. Para eletrodomésticos, o preço varia de R$ 15,00 a R$ 30,00. Para remédios, a média é de R$ 4,00.
“No passado, o frete já foi um grande diferencial no preço final de um produto. Hoje, quase todas as lojas oferecem opções generosas”, afirma David Almeida. Mesmo assim, não deixe de somar esse valor para ver se a aquisição vale a pena.
7 - Cadastre o e-mail para receber ofertas
Muitas pessoas evitam cadastrar o e-mail no site de uma loja por receio de receber muitos e-mails, o famoso e indesejado ‘spam’. Entretanto, algumas lojas enviam alertas sobre promoções interessantes, que podem passar despercebidas quando navega-se no site. Vale a pena testar e, caso a loja exagere na política de e-mails, é só pedir o cancelamento.
Na internet é possível comparar preços e encontrar a oferta que cabe no seu bolso
8 - Procure cupons
Os sites que vendem cupons e que oferecem compra coletiva têm se proliferado nos últimos anos no Brasil e podem ser uma opção interessante. Em algumas ocasiões, é possível economizar até 70%. Os cupons de desconto são utilizados também por empresas recém-chegadas ao mercado para chamar atenção de potenciais clientes.
9 - Se inscreva em programas de fidelidade
Há empresas que possuem programas de fidelidade, nos quais você ganha pontos a cada compra e os utiliza dentro da própria loja. Algumas lojas oferecem descontos exclusivos para os sócios, e até a possibilidade de pagar em um número maior de parcelas do que utilizando o cartão de crédito.
Existem também os programas de fidelidade genéricos, como os de empresas de cartão de crédito. Verifique em quais lojas você pode trocar seus pontos.
10 - Tente negociar
Não é só nas lojas físicas que se é possível negociar e tentar abaixar o preço de um produto. Em alguns sites, o cliente pode acessar o canal de atendimento (por telefone ou chat) e conversar com um vendedor.
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